Esse seria o dinossauro moderno, animal encontrado na Austrália, é uma das aves que não voa, o motivo desse fato se deve ao tamanho dela. Sua estranheza chama atenção, muitos ao olhar a primeira vista pode se assustar e faz bem a ave é extremamente agressiva, ela tem uma forma de ataque peculiar que é dando uma espécie de golpe de caratê com as patas, ela dá um salto e estica todo o membro no rumo da vítima, sua pata possuem unhas afiadas o suficiente para matar, vale ressaltar que essas aves perseguem sua vítima até o fim, ele consegue correr a 50 Km/h e dar saltos de 1,5m. Elas se alimentam de sementes e carnes, oque ajuda muito na flora da floresta, uma coisa interessante é que quando os ovos da espécie choca quem cuida dos filhotes é o macho, que por sua vez é menor que a fêmea. O animal possuem um canto de frequências baixas, ou seja um som mais grave, isso se deve ao fato do longo pescoço e o som ainda é ressonado no “chifre” na cabeça, que não é duro como aparenta, ele é esponjoso. No início da matéria disse que a ave é um dinossauro moderno, comparando os ossos dela há maioria é muito semelhante ao de dinossauros, só não é igual por ser menor, chega a ser assustador.
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O Casuar Australiano
Esse seria o dinossauro moderno, animal encontrado na Austrália, é uma das aves que não voa, o motivo desse fato se deve ao tamanho dela. Sua estranheza chama atenção, muitos ao olhar a primeira vista pode se assustar e faz bem a ave é extremamente agressiva, ela tem uma forma de ataque peculiar que é dando uma espécie de golpe de caratê com as patas, ela dá um salto e estica todo o membro no rumo da vítima, sua pata possuem unhas afiadas o suficiente para matar, vale ressaltar que essas aves perseguem sua vítima até o fim, ele consegue correr a 50 Km/h e dar saltos de 1,5m. Elas se alimentam de sementes e carnes, oque ajuda muito na flora da floresta, uma coisa interessante é que quando os ovos da espécie choca quem cuida dos filhotes é o macho, que por sua vez é menor que a fêmea. O animal possuem um canto de frequências baixas, ou seja um som mais grave, isso se deve ao fato do longo pescoço e o som ainda é ressonado no “chifre” na cabeça, que não é duro como aparenta, ele é esponjoso. No início da matéria disse que a ave é um dinossauro moderno, comparando os ossos dela há maioria é muito semelhante ao de dinossauros, só não é igual por ser menor, chega a ser assustador.
Conhecendo os camelos
Os camelos, São animais originados da América, onde foram extintos, mas não antes da espécie se espalhar pela Ásia.
Esses animais são fortemente caracterizados pela corcova na parte dorsal (de cima) do animal, muita gente acredita que essa corcova armazena água, mas não, na verdade ocorre armazenamento de tecido adiposo, ou seja gordura, a gordura localizada em apenas um local, possibilita a melhoria de temperatura do animal, que foi projetado para viver em condições de calor extremo.
Quando se fala em temperatura esse animal surpreende, seu corpo o ajuda muito, na posição de descanso deles, o repouso ocorre sobre o esterno, osso no meio do peito, isso faz com que a parte ventral (de baixo) do animal não encoste no chão, gerando uma corrente de ar pela qual o animal se resfria e impedindo a troca de temperatura com o solo. Osso esterno que serve de apoio, também é usado como um martelo para esmagar o crânio de outro camelo em combate.
Outra característica do animal é sua capacidade de ficar dias sem consumir água, isso se deve a aproveitamento e reaproveitamento da água obtida através das folhas, ou seja, ele recicla água para sobreviver, quando esse animal tem acesso a água fresca eles podem ingerir cem litros de uma vez, isso não prejudica o animal, graças a morfologia (aspecto físico) das hemácias no sangue, as hemácias humanas, por exemplo, na falta de água se acumulam e entopem o vaso e na presença exuberante de água se rompem. Os rins também auxiliam na economia de água, filtrando o máximo de compostos para que possam ser expelidos com o mínimo de água possível.
Uma característica dos camelos é sua capacidade de cargas, podendo aguentar mais cargas que cavalos, isso se deve claro a forte musculatura do animal, mas o interessante fica nas patas, a pata de camelo é composta por dois dedos, a sola é composta pelo que chamamos de coxins, que possuem ‘almofadas’ para amenizar o contato do osso dos dedos.
Animais diferentes
Porco do mar
Ele vive na escuridão do mar, em locais inacessíveis aos olhos humanos. Este bicho que mais parece um Et vive comendo os restos que encontra pelo chão, lá no fundo, onde a luz nunca chega. O porco do mar (scotoplanes)é membro da família dos pepinos do mar, e sua principal característica são essas pernas esquisitas que ele usa para se mover. Olhando rápido parece mais um saco d´água com estranhos pseudopés também feitos de água. Voce pode ver esses bichos se alimentando clicando aqui
Chlamyphorus truncatus
O pichiciego-menor (Chlamyphorus truncatus) é a única espécie de tatu do gênero Chlamyphorus.São os menores tatus do mundo e um das raras espécies de mamíferos da América do Sul.
Trata-se de um dos mamíferos mais raros do mundo, sendo encontrado no subterrâneo das planícies da Argentina. Os pichiciegos-menores permanecem em suas tocas durante o dia, saindo à noite para alimentar-se. Sua dieta é composta principalmente de formigas, mas eles também comem larvas de insetos, minhocas, raízes e outras partes de plantas. Hábeis cavadores, podem enterrar-se completamente em questão de segundos
Pacu é o nome geral dado a várias espécies de peixes caracídeos da subfamília Serrasalminae, que também inclui as piranhas.
São típicos do pantanal sul-matogrossense, dos rios amazônicos e bacia do Prata, e originários dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Alimenta-se de frutos, caranguejos e de detritos orgânicos encontrados na água. Atinge 25 kg de peso, comum até 8 kg. São praticadas duas formas diferentes de pesca: na vara de bambu, fisgada com frutos (tucum, laranjinha ou jenipapo) ou pesca apoitada com isca de caranguejo. (dizem que ele gosta de morder 'bolas' humanas)
Ele vive na escuridão do mar, em locais inacessíveis aos olhos humanos. Este bicho que mais parece um Et vive comendo os restos que encontra pelo chão, lá no fundo, onde a luz nunca chega. O porco do mar (scotoplanes)é membro da família dos pepinos do mar, e sua principal característica são essas pernas esquisitas que ele usa para se mover. Olhando rápido parece mais um saco d´água com estranhos pseudopés também feitos de água. Voce pode ver esses bichos se alimentando clicando aqui
Chlamyphorus truncatus
O pichiciego-menor (Chlamyphorus truncatus) é a única espécie de tatu do gênero Chlamyphorus.São os menores tatus do mundo e um das raras espécies de mamíferos da América do Sul.
Trata-se de um dos mamíferos mais raros do mundo, sendo encontrado no subterrâneo das planícies da Argentina. Os pichiciegos-menores permanecem em suas tocas durante o dia, saindo à noite para alimentar-se. Sua dieta é composta principalmente de formigas, mas eles também comem larvas de insetos, minhocas, raízes e outras partes de plantas. Hábeis cavadores, podem enterrar-se completamente em questão de segundos
PACU
Pacu é o nome geral dado a várias espécies de peixes caracídeos da subfamília Serrasalminae, que também inclui as piranhas.
São típicos do pantanal sul-matogrossense, dos rios amazônicos e bacia do Prata, e originários dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Alimenta-se de frutos, caranguejos e de detritos orgânicos encontrados na água. Atinge 25 kg de peso, comum até 8 kg. São praticadas duas formas diferentes de pesca: na vara de bambu, fisgada com frutos (tucum, laranjinha ou jenipapo) ou pesca apoitada com isca de caranguejo. (dizem que ele gosta de morder 'bolas' humanas)
Maneiras MacGyver de se capturar insetos
Pegando baratas
Primeiro método
1 - Pegue um frasco de vidro, desses de maionese, e cura-o com uma meia ou cartolina preta. Baratas só entram em ambientes escuros.
2 - Passe vaselina na parte interna do recipiente e despeje, no fundo dele, um pouco de cerveja sem gás ou um pedaço de pão molhado.
Resultado: Elas serão atraídas pelo cheiro de comida, mas não vão conseguir sair por causa da vaselina. Ai é só descartar os bichos na privada, por exemplo.
Segundo método
Brincando de balão
1 - Elas adoram doce. Trapaceie. Misture quantidades iguais de açúcar com bicarbonato de sódio em um recipiente.
2 - Espalhe uma trilha pelo chão onde elas costumam aparecer. As baratas não vão resistir ao apelo ao açúcar.
Resultado: Usado como fermento químico, o bicarbonato reage com água dentro do corpo da barata e incha como a massa de um bolo.
Formigas
1 - O objetivo aqui é matar as rainhas dos formigueiros. Primeiro, você terá de encontrar todos os buraquinhos por onde elas saírem.
2 - Em seguida faça uma solução : 50% de detergente e 50% de água. Com uma seringa, jogue 2 ml da mistura na entrada dos formigueiros.
Resultado: Feche o buraco com pasta de dente. As formigas tem uma proteção oleosa natural no corpo, que o detergente elimina. Em pouco tempo, elas morrem.
Moscas
1 - Amasse uma garrafa e corte-a em duas partes do mesmo tamanho. A parte de baixo funcionara como um copo, e a tampa será o funil.
2 - faça furos de 1 cm no copo. Coloque algo de cheiro forte, como um pedaço de carne, para atrair a mosca. Encaixe a tampa, com o bico para baixo.
Resultado: A mosca entra guiada pelo cheiro que a leve para fora. E ela ficara presa.
Tubarão-cobra
Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e habita águas em profundidades que vão desde 600 a 1000 metros. Tem uma importância econômica reduzida (pesca). Um exemplar fêmea foi filmado em 24 de janeiro de 2007 numa raríssima aparição em águas pouco profundas do litoral do Japão, próximo à cidade de Shizuoka. No entanto, o espécime se encontrava em péssimo estado físico e morreu horas após ser coletado.
O tubarão-cobra é uma das criaturas mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.
O tubarão-cobra é uma das criaturas mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.
Mitos sobre os animais
Alguns mitos populares sobre animais
É verdade ou é apenas mito que um cardume de piranhas pode devorar uma vaca em poucos minutos?
Elas atacam animais velhos, doentes, que vêm para beber no rio. Quando uma vaca abaixa a cabeça, elas agarram sua face. Se a vaca estiver muito fraca para lutar e se afastar, as piranhas irão arrastá-la para dentro da água e devora-la sim.
Os camelos podem ficar por diversos dias sem beber água no deserto, pois em suas corcovas (saliências no dorso) armazenam água para este fim. Verdade ou Mito?
Os camelos podem ficar por diversos dias sem beber água no deserto, pois em suas corcovas (saliências no dorso) armazenam água para este fim. Verdade ou Mito?
Na realidade, uma corcova de camelo é um monte de gordura, e não água. Em um camelo saudável e bem alimentado, a corcova pode pesar até 35Kg!
Todas as espécies de tubarão são carnívoras. Verdade ou Mito?
Todos os tubarões são, pelo menos, em parte, carnívoros. Geralmente, consomem entre 0,5 e 3% do peso de seu corpo por refeição, já que o espaçamento entre elas, de boa parte dos tubarões, é de dois ou três dias.
Quando um cavalo tem uma fratura completa de um osso da perna ele normalmente deve ser sacrificado. Verdade ou Mito?
Os cavalos, em função da estrutura física e por não terem recuperação, são sacrificados com freqüência após fraturarem uma perna, o procedimento, geralmente é realizado com uma injeção intravenosa de barbiturato.
O animal mais forte do mundo, proporcionalmente ao seu peso é a formiga, que pode carregar em suas costas muito alem do seu próprio peso ?
O mais forte de todos os animais é o besouro rinoceronte - Este inseto surpreendente pode erguer oitocentas cinqüenta vezes seu próprio peso. (Veja esse cara aqui)
O morcego é cego, e se orienta de acordo com um radar natural que o auxilia nos voos noturnos ?
O morcego é quase cego por morar em cavernas, ele usa seu radar para se deslocar com muita habilidade.
Os burros são os animais com menor inteligencia no reino animal ?
Muito pelo contrário. São considerados até mais inteligentes que os cavalos e são cheios de personalidade. É muito provável que a fama do burro venha do seu hábito de empacar, o que pode ser considerada uma atitude sábia.
Após a cópula (e consequente procriação) a aranha viúva-negra, altamente venenosa, acaba por matar o seu macho ?
As aranhas viúvas negras (Latrodectus) são chamadas assim porque o macho após a cópula, acabam por perder o bulbo copulador morrendo em seguida, aparentando parecer que a fêmea o mata. Resumindo depois de uma trepada a fêmea vai la e mata o cara !
O rato resiste a choque de 220 volts durante mais de um minuto e pode viver e se reproduzir em temperaturas entre 40 graus Celsius negativos e 60 positivos ?
Testes comprovaram a alta resistência deste bichinho a temperaturas extremas e a eletricidade.
O pescoço da girafa tem o mesmo numero de ossos que o pescoço de um ser humano ?
Apesar do tamanho, o pescoço de uma girafa tem apenas sete ossos, o mesmo número de ossos do pescoço de um homem. A cabeça da girafa fica a mais de dois metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração é 43 vezes maior que do homem.
Ao se sentirem ameaçados, os avestruzes tratam rapidamente de enfiar a cabeça no chão ?
Se fizessem isso, morreriam sufocadas. Suas pernas são suficientemente grandes para essas aves se defenderem de quem as ataca - ou para fugirem correndo. Elas, na verdade, encostam o ouvido no chão para perceber a vibração do solo e aproximações.
A centopeia tem exatamente cem pares de patas ?
De acordo com a espécie, uma centopeia pode ter de 28 a 354 patinhas.
FONTE: http://goo.gl/qemR57
Todas as espécies de tubarão são carnívoras. Verdade ou Mito?
Todos os tubarões são, pelo menos, em parte, carnívoros. Geralmente, consomem entre 0,5 e 3% do peso de seu corpo por refeição, já que o espaçamento entre elas, de boa parte dos tubarões, é de dois ou três dias.
Quando um cavalo tem uma fratura completa de um osso da perna ele normalmente deve ser sacrificado. Verdade ou Mito?
Os cavalos, em função da estrutura física e por não terem recuperação, são sacrificados com freqüência após fraturarem uma perna, o procedimento, geralmente é realizado com uma injeção intravenosa de barbiturato.
O animal mais forte do mundo, proporcionalmente ao seu peso é a formiga, que pode carregar em suas costas muito alem do seu próprio peso ?
O mais forte de todos os animais é o besouro rinoceronte - Este inseto surpreendente pode erguer oitocentas cinqüenta vezes seu próprio peso. (Veja esse cara aqui)
O morcego é cego, e se orienta de acordo com um radar natural que o auxilia nos voos noturnos ?
O morcego é quase cego por morar em cavernas, ele usa seu radar para se deslocar com muita habilidade.
Os burros são os animais com menor inteligencia no reino animal ?
Muito pelo contrário. São considerados até mais inteligentes que os cavalos e são cheios de personalidade. É muito provável que a fama do burro venha do seu hábito de empacar, o que pode ser considerada uma atitude sábia.
Após a cópula (e consequente procriação) a aranha viúva-negra, altamente venenosa, acaba por matar o seu macho ?
As aranhas viúvas negras (Latrodectus) são chamadas assim porque o macho após a cópula, acabam por perder o bulbo copulador morrendo em seguida, aparentando parecer que a fêmea o mata. Resumindo depois de uma trepada a fêmea vai la e mata o cara !
O rato resiste a choque de 220 volts durante mais de um minuto e pode viver e se reproduzir em temperaturas entre 40 graus Celsius negativos e 60 positivos ?
Testes comprovaram a alta resistência deste bichinho a temperaturas extremas e a eletricidade.
O pescoço da girafa tem o mesmo numero de ossos que o pescoço de um ser humano ?
Apesar do tamanho, o pescoço de uma girafa tem apenas sete ossos, o mesmo número de ossos do pescoço de um homem. A cabeça da girafa fica a mais de dois metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração é 43 vezes maior que do homem.
Ao se sentirem ameaçados, os avestruzes tratam rapidamente de enfiar a cabeça no chão ?
Se fizessem isso, morreriam sufocadas. Suas pernas são suficientemente grandes para essas aves se defenderem de quem as ataca - ou para fugirem correndo. Elas, na verdade, encostam o ouvido no chão para perceber a vibração do solo e aproximações.
A centopeia tem exatamente cem pares de patas ?
De acordo com a espécie, uma centopeia pode ter de 28 a 354 patinhas.
FONTE: http://goo.gl/qemR57
Cães e gatos devem ser castrados?
Hoje em dia e difícil sair pelas ruas sem topar com um cachorro ou gato, mas com certeza isso e um problema, pois além de prejudicar os próprios animais podem prejudicar a nos, com doenças entre outros e a castração desses animais deve ser feita?
Sim
Os benefícios da castração para saúde dos cães e gatos são considerados bem positivos. Eles ganham anos de vida e cai o risco de tumores e de gravides psicológica.
Não
Toda cirurgia e um risco e a castração não e diferente. O numero de mortes nesse tipo de procedimento e baixo, mas a chance existe. E alguns profissionais podem ser experientes ou descuidados com a higiene e a esterilização de equipamentos. Se o pet estiver com alguma outra doença o perigo e ainda maior.
Ponei e um cavalo anão ?
Não, na
verdade é o contrário. "Os outros cavalos é que são supercrescidos",
afirma o veterinário Reuel Luiz Gonçalves, membro da Federação Eqüestre
Internacional. Para entender melhor essa questão sobre o tamanho dos cavalos, é
preciso voltar no tempo. O antepassado comum de todos os equídeos, chamado de
hyracoterium, tinha o tamanho de uma raposa. A evolução desse ancestral,
levando em conta a disponibilidade de alimento, é que deu origem aos mais
diferentes tipos de cavalo. Os do tipo sela, ideais para montaria,
desenvolveram-se em regiões com predominância de gramíneas e poucos arbustos
para se esconder. Com isso, se por um lado tinham à disposição alimento de
média qualidade, do outro precisavam ser rápidos e ágeis para escapar de
predadores.
Já os
cavalos do tipo tração, usados para o trabalho pesado, viviam em regiões de
floresta, com predominância de plantas leguminosas, ricas em proteína. Assim, eles
tinham alimento de alta qualidade (o que ajudou a desenvolver sua força) e
facilidade para se esconder (o que não exigiu um aprimoramento da velocidade).
Já os equinos que deram origem aos pôneis viviam em regiões de clima inóspito,
como o norte da Europa e da Ásia, e tinham uma alimentação muito deficiente, o
que barrou o seu crescimento. "Por um processo de seleção natural, só
sobreviviam os menores. Esse grupo deu origem a todas as raças de pônei do
mundo", diz Reuel. De acordo com a definição mais usual, pôneis são
eqüinos que medem menos de 1,47 metro. Mas muitos deles não atingem nem 1
metro, uma diferença e tanto em relação aos cavalos comuns, que, dependendo da
raça, podem chegar a até 1,90 metro.
Tudo
parente
Cavalos,
asnos, zebras e pôneis são da mesma família
Família
Equidae
Pertencente
à ordem dos perissodátilos (herbívoros com dedos em forma de casco), essa
família tem como peculiaridade o fato de possuir só um gênero
Gênero
Equus
É
dividido em várias espécies que podem cruzar entre si. Mas esses cruzamentos
podem gerar crias estéreis, como as mulas, resultantes da união entre uma égua
e um asno
Espécies
Zebras
Existem
duas diferentes espécies de zebras, espalhadas principalmente pelo continente
africano: a Equus zebra e a Equus grevyi
Asnos
Chamados
no Brasil popularmente de jumentos ou burros, os asnos também são divididos em
espécies diferentes, como Equus asinus e Equus hemionus
Cavalos
Todos
pertencem a uma só espécie, Equus caballus, que tem várias subespécies (ou
raças), em que aparecem os diferentes tipos do animal, dos pôneis aos cavalos
selvagens
Peixes bebem agua ?
Beber
não é bem o termo, pois eles praticamente não ingerem líquido. A pequena
quantidade que entra pela boca vai para as brânquias, órgãos respiratórios onde
também acontecem as trocas de água com o ambiente. Nos peixes de água doce, o
líquido entra naturalmente no organismo, por osmose. Isso acontece devido à
concentração de sais ser maior no corpo do peixe do que na água que o cerca
(veja a questão abaixo). Como absorvem muita água, eles possuem um rim bem
desenvolvido, capaz de eliminar excessos. Já nos peixes marinhos, a tendência é
inversa: o animal é que perde água para o ambiente e os rins são pouco
desenvolvidos (justamente para evitar maior perda de líquido). O excesso de
sais é eliminado por meio de glândulas especiais localizadas nas brânquias. Para
realizar todas essas funções, é fundamental manter uma boa circulação de água.
Por isso, depois da entrada do líquido, o peixe fecha a boca e pequenos ossos chamados opérculos obstruem a superfície das brânquias, também conhecidas como guelras. "Com esses orifícios fechados, cria-se uma pressão que impulsiona a água em direção aos filamentos branquiais, responsáveis pela retirada do oxigênio", explica o biólogo Naércio Aquino Menezes, do Museu de Zoologia da USP. O sangue flui nos vasos capilares localizados nas brânquias em sentido contrário ao da água. Essa contra-corrente faz o oxigênio passar para o sangue, enquanto a água absorve o gás carbônico. Após esse processo, que dura poucos segundos, o peixe abre os opérculos, eliminando a água. Por viverem em meio líquido, os peixes não precisam beber água para hidratar a pele, ao contrário dos animais terrestres.
Por isso, depois da entrada do líquido, o peixe fecha a boca e pequenos ossos chamados opérculos obstruem a superfície das brânquias, também conhecidas como guelras. "Com esses orifícios fechados, cria-se uma pressão que impulsiona a água em direção aos filamentos branquiais, responsáveis pela retirada do oxigênio", explica o biólogo Naércio Aquino Menezes, do Museu de Zoologia da USP. O sangue flui nos vasos capilares localizados nas brânquias em sentido contrário ao da água. Essa contra-corrente faz o oxigênio passar para o sangue, enquanto a água absorve o gás carbônico. Após esse processo, que dura poucos segundos, o peixe abre os opérculos, eliminando a água. Por viverem em meio líquido, os peixes não precisam beber água para hidratar a pele, ao contrário dos animais terrestres.
Corridas de cavalos
Após diversos estudos, concluiu-se que todos os cavalos de puro-sangue actuais descendem de três garanhões principais: Byerly Turk, Darley Arabian e Godolphin Barb, que foram importados da Grã-Bretanha e posteriormente cruzados com éguas Inglesas fortes. Assim obteve-se a velocidade, força e resistência que caracterizam esta raça e a faz apta para as competições de corrida. Nos dias de hoje, existem vários tipos de corridas: corridas normais, corridas com obstáculos, corridas à vez, corridas de trote e corridas aos pares.
A indústria das corridas de cavalos move muito dinheiro por todo o mundo. Neste mundo intervêm os donos dos cavalos, o treinador e o cavaleiro ou jockey. A harmonia entre cavaleiro e cavalo é primordial para o bom desenvolvimento da corrida. A grande maioria dos cavaleiros é de porte pequeno, com cerca de 48 a 50 kg e com 150 cm de altura. A condição física do jockey é tão importante como a do próprio cavalo. Para igualar as competições atribui-se uma desvantagem a cada animal. É um peso que é calculado pela sua idade, sexo, experiencia do cavaleiro, etc.
Assim, colocam-se barras de chumbos pequenas na sela do cavalo para compensar a diferença de peso subscrita e a real. Cada país tem competições e um calendário com as diferentes corridas. As corridas de cavalos são controlados por juízes e câmaras que capturam toda a corrida.
Conselhos alimentares para cavalos
É recomendável que as mudanças de alimentação e os aumentos de rações sejam feitos de forma progressiva, sem mudanças radicais.
É importante uma certa regularidade nos horários das refeições. Dizemos “certa” porque há que ter uma certa flexibilidade nos horários. O cavalo não pode esperar pela sua comida no momento exacto.
Esta espera pode provocar stress para o cavalo e para quem cuida dele. Ele pode começar a ter comportamentos agressivos conforme passam os minutos e a comida não chega.
Em todo o caso, uma certa flexibilidade não quer dizer que passem horas sem alimentar o animal. Apenas significa que não é necessário ser pontual.
É preferível servir a comida ao cavalo com o mínimo de duas horas antes de um trabalho ou um transporte e nunca depois. Ambas as situações podem provocar indigestão no animal.
É importante respeitar a ordem: água - folhagens – ração.
Comportamento alimentar de cavalos
Para os cavalos de estábulo, é recomendável que seja servida 3 comidas: Pela manhã comida normal, a meio do dia comida mais suave e pela tarde algo mais forte.
Para cavalos que vivem sob um telhado, o problema surge no aborrecimento, visto que em liberdade ele passa 12 horas a alimentar-se e a procurar alimentos.
O cavalo é um animal que se pode ter no estábulo 22 horas por dia, mas isso poderá alterar o seu comportamento psicológico e neurovegetativo. As suas reacções perante uma rotina sedentária podem ser diversas, como resultado de uma mudança alimentar diferente daquela que se está habituado.
Os aspectos digestivos dos cavalos
Convém não variar repentinamente o tipo de alimentos. A disponibilização de uma alimentação rica em hidratos de carbono vai desenvolver a actividade microbiana e poderá dar-lhe cólicas devido à produção excessiva de gases.
Se o cavalo estiver no prado, temos que desconfiar dos pastos pobres ou dos concentrados que possam causar asfixia esofágica ou cólicas devido ao animal alimentar-se demais com este tipo de ervas.
A digestão da erva é muito rápida. Em média, o cavalo absorve 1 kg de feno de 20 a 60 minutos. Um cavalo de 500 kg pode chegar a ingerir sozinho 12 kg de feno. A digestão varia dependendo do cavalo. Se os alimentos não forem mastigados devidamente (por ser um cavalo guloso), se tiver uma má dentadura ou se órgãos digestivos não funcionarem bem (devido às rações serem demasiados fortes ou porque o cavalo é velho), estes factores podem influenciar a digestão da ração (de uma forma negativa).
Alimentação de cavalos
A erva é muito rica em vitaminas e minerais, mas fraca em valor nutritiva. Possui uma grande irregularidade sobre o plano nutritivo: depende das épocas, dos solos, etc. O melhor tipo de erva é a jovem, na Primavera principalmente, a partir do momento que existe a formação das gemas florais.
A erva nova demais na Primavera causa sensação de inchaço no estômago pois esta erva é rico em água e falta de substância fibrosa, o que pode causar diarreias de erva. É também rico em nitrogénio e fósforo, como também hidratos de carbono, tem demasiado potássio e pelo contrário falta-lhe magnésio e sódio.
É necessário ter cuidado com os excessos de nitrogénio pois pode causar algumas irritações na pele.
A não ser que o cavalo esteja a pastar durante todo o ano, nunca se deve deixar um cavalo solto durante a Primavera no pasto pois arriscamo-nos a que tenha cólicas. Um cavalo acostumado ao estábulo deve-se soltar no pasto de forma progressiva.
O valor alimentar desta erva depende, claro, da qualidade do pasto. Um bom prado, no período do pasto, pode cobrir as necessidades dos cavalos submetidos a um trabalho ligeiro ou médio. Mas há que complementar a dieta do animal com sal, cálcio e fósforo.
No Verão, na temporada quente, a erva envelhece e perde o seu valor. Por isso os cavalos em geral a abandonam. Pelo contrário, no Outono, com a chuva, a era brota de novo.
A erva cortada
Podemos dar aos cavalos erva fresca cortada. É recomendável dar apenas metade da ração de folhagem de erva e dar esta erva cortada antes das rações, porque a erva muda rapidamente. Se for dada a erva depois de uma ração de feno, o cavalo poderá ficar com gases.
É impossível controlar ou escolher exactamente a quantidade e qualidade da erva no pasto, a menos que se meça frequentemente.
pesca - Dourado
Nome: Dourado
Água doce ou salgada: Doce
Família: Salminus
Características: Considerado o "rei dos rios", o dourado pertence a uma família que tem o corpo lateralmente deprimido e o maxilar inferior proeminente. O tempo médio de vida é de 15 anos e seu porte varia de acordo com seu habitat; são encontrados exemplares de 70 a 75 cm e peso de 6 a 7 kg na Bacia do Paraguai, no Pantanal. Na Bacia do Prata e Bacia do São Francisco, alguns raros exemplares podem atingir os 20 kg. A espécie apresenta o chamado dimorfismo sexual, com as fêmeas sendo sempre maiores que os machos, podendo atingir mais de um metro de comprimento. O dourado macho tem espinhos na nadadeira anal, que não aparecem na fêmea.
Conforme vai ficando adulto, sua coloração se torna amarelo-dourado, possuindo reflexos avermelhados com uma mancha na cauda e estrias escuras nas escamas; na parte inferior, a coloração clareia gradativamente, com cauda e barbatanas possuindo coloração avermelhada. Cada escama apresenta um pequeno filete negro no meio, formando riscas longitudinais dessa cor desde a cabeça até a cauda e do dorso até abaixo da linha lateral. Possuem anal longa e grande número de escamas na linha lateral.
Hábitos: Carnívoro agressivo e canibal, o dourado se alimenta de pequenos peixes nas corredeiras e nas bocas de lagoas, principalmente durante a vazante, quando os outros peixes migram para o canal principal. Sua dieta é formada basicamente por tuviras, lambaris e piaus.
Os exemplares nadam em cardumes nas correntezas dos rios e afluentes e realizam longas migrações reprodutivas - piracemas -, podendo deslocar-se até 400 km rio acima e percorrendo uma média de 15 km por dia.
Curiosidades: É o maior peixe de escamas da Bacia do Prata e pode saltar mais de um metro para fora d'água quando está subindo o rio para desovar, vencendo grandes quedas d'água com facilidade.
Onde encontrar: Devido à construção de diversas barragens nos grandes rios brasileiros, a espécie tem seu estoque populacional diminuído consideravelmente; porém, ainda é encontrado durante todo o ano, principalmente na Bacia do Prata, onde vivem nas corredeiras e na boca de lagos durante a vazante - à procura de alimento.
Durante a desova, procuram as cabeceiras dos rios, de águas mais limpas, onde os alevinos têm maior chance de sobrevivência. O tamanho mínimo para captura é de 60 cm.
Dica para pescá-lo: A espécie tem a boca muito dura e com poucas partes em que a garatéia possa se prender. Por isso, o uso de iscas artificiais pequenas é bastante indicado, por se acomodarem melhor na boca do peixe. Afiar os anzóis também ajuda na hora da fisgada.
Água doce ou salgada: Doce
Família: Salminus
Características: Considerado o "rei dos rios", o dourado pertence a uma família que tem o corpo lateralmente deprimido e o maxilar inferior proeminente. O tempo médio de vida é de 15 anos e seu porte varia de acordo com seu habitat; são encontrados exemplares de 70 a 75 cm e peso de 6 a 7 kg na Bacia do Paraguai, no Pantanal. Na Bacia do Prata e Bacia do São Francisco, alguns raros exemplares podem atingir os 20 kg. A espécie apresenta o chamado dimorfismo sexual, com as fêmeas sendo sempre maiores que os machos, podendo atingir mais de um metro de comprimento. O dourado macho tem espinhos na nadadeira anal, que não aparecem na fêmea.
Conforme vai ficando adulto, sua coloração se torna amarelo-dourado, possuindo reflexos avermelhados com uma mancha na cauda e estrias escuras nas escamas; na parte inferior, a coloração clareia gradativamente, com cauda e barbatanas possuindo coloração avermelhada. Cada escama apresenta um pequeno filete negro no meio, formando riscas longitudinais dessa cor desde a cabeça até a cauda e do dorso até abaixo da linha lateral. Possuem anal longa e grande número de escamas na linha lateral.
Hábitos: Carnívoro agressivo e canibal, o dourado se alimenta de pequenos peixes nas corredeiras e nas bocas de lagoas, principalmente durante a vazante, quando os outros peixes migram para o canal principal. Sua dieta é formada basicamente por tuviras, lambaris e piaus.
Os exemplares nadam em cardumes nas correntezas dos rios e afluentes e realizam longas migrações reprodutivas - piracemas -, podendo deslocar-se até 400 km rio acima e percorrendo uma média de 15 km por dia.
Curiosidades: É o maior peixe de escamas da Bacia do Prata e pode saltar mais de um metro para fora d'água quando está subindo o rio para desovar, vencendo grandes quedas d'água com facilidade.
Onde encontrar: Devido à construção de diversas barragens nos grandes rios brasileiros, a espécie tem seu estoque populacional diminuído consideravelmente; porém, ainda é encontrado durante todo o ano, principalmente na Bacia do Prata, onde vivem nas corredeiras e na boca de lagos durante a vazante - à procura de alimento.
Durante a desova, procuram as cabeceiras dos rios, de águas mais limpas, onde os alevinos têm maior chance de sobrevivência. O tamanho mínimo para captura é de 60 cm.
Dica para pescá-lo: A espécie tem a boca muito dura e com poucas partes em que a garatéia possa se prender. Por isso, o uso de iscas artificiais pequenas é bastante indicado, por se acomodarem melhor na boca do peixe. Afiar os anzóis também ajuda na hora da fisgada.
Pesca - Piauçu
Nome: Piauçu
Nome científico: Leporinus macrocephalus
Água doce ou salgada: Doce
Família: Anastomidae
Características: peixe de escamas natural da Bacia do Rio Paraguai, que também abrange o pantanal mato-grossense. Tem o corpo alongado, dorso de coloração cinza escuro-esverdeado (principalmente pelas bordas das curtas escamas serem mais escuras) e ventre amarelado. Nos flancos sobressaem duas listras verticais escuras. De modo geral, são onívoros - comem de tudo. A nadadeira dorsal está localizada na metade do corpo e a nadadeira adiposa é relativamente pequena, mas em perfeito equilíbrio com as demais.
Hábitos: por seu um peixe que realiza a desova total, ou piracema, faz longas migrações rio acima para se reproduzir podendo percorrer em um só dia mais de 4 km contra a correnteza. Uma fêmea adulta pode liberar até 200 mil ovos por desova, tudo para compensar a baixa sobrevivência das larvas e alevinos que sofrem com a intensa ação dos predadores.
Curiosidades: na maioria das vezes forma cardumes e prefere freqüentar a parte média e inferior das águas paradas. Parente próximo das piaparas, piavas e piaus, como um de seus maiores representantes podendo atingir cerca de 50 cm e pesar, no máximo, 4 kg, mas é muito raro encontrar espécimes nessas condições.
Onde encontrar: presente no Pantanal Mato-Grossense e nos Estados de Minas Gerais, Goiás e São Paulo, também é encontrado nas Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.
Dicas para pescá-lo: encontrado durante todo o ano, principalmente nos meses quentes, o amanhecer e entardecer são os melhores horários para ser visto, períodos em que a luminosidade está bem mais baixa. Costuma viver nas margens dos rios, bocas de lagoas, baías, cursos de água limpa e corrente, pequenos afluentes, remansos dos rios, principalmente nas proximidades de vegetação e na floresta inundada, preferindo, geralmente, lugares perto de galhadas.
Nome científico: Leporinus macrocephalus
Água doce ou salgada: Doce
Família: Anastomidae
Características: peixe de escamas natural da Bacia do Rio Paraguai, que também abrange o pantanal mato-grossense. Tem o corpo alongado, dorso de coloração cinza escuro-esverdeado (principalmente pelas bordas das curtas escamas serem mais escuras) e ventre amarelado. Nos flancos sobressaem duas listras verticais escuras. De modo geral, são onívoros - comem de tudo. A nadadeira dorsal está localizada na metade do corpo e a nadadeira adiposa é relativamente pequena, mas em perfeito equilíbrio com as demais.
Hábitos: por seu um peixe que realiza a desova total, ou piracema, faz longas migrações rio acima para se reproduzir podendo percorrer em um só dia mais de 4 km contra a correnteza. Uma fêmea adulta pode liberar até 200 mil ovos por desova, tudo para compensar a baixa sobrevivência das larvas e alevinos que sofrem com a intensa ação dos predadores.
Curiosidades: na maioria das vezes forma cardumes e prefere freqüentar a parte média e inferior das águas paradas. Parente próximo das piaparas, piavas e piaus, como um de seus maiores representantes podendo atingir cerca de 50 cm e pesar, no máximo, 4 kg, mas é muito raro encontrar espécimes nessas condições.
Onde encontrar: presente no Pantanal Mato-Grossense e nos Estados de Minas Gerais, Goiás e São Paulo, também é encontrado nas Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.
Dicas para pescá-lo: encontrado durante todo o ano, principalmente nos meses quentes, o amanhecer e entardecer são os melhores horários para ser visto, períodos em que a luminosidade está bem mais baixa. Costuma viver nas margens dos rios, bocas de lagoas, baías, cursos de água limpa e corrente, pequenos afluentes, remansos dos rios, principalmente nas proximidades de vegetação e na floresta inundada, preferindo, geralmente, lugares perto de galhadas.
Pescaria - Curimbatá
Nome: Curimbatá
Nome científico: Prochilodus
Água doce ou salgada: Doce
Família: Prochilodontidae
Características: possui a boca terminal, ou seja, localizada na região anterior da cabeça, em forma de ventosa. Os lábios são grossos e os dentes são numerosos e muito pequenos, dispostos em fileiras podendo se alongar e retrair conforme a situação. As nadadeiras adiposas são bem pequenas, localizadas no dorso, próximo à cauda. Muito rústicos, apresentam hábito alimentar iliófago, o que significa que os curimbatás alimentam-se de pequenos crustáceos e larvas que encontram no lodo do fundo do rio, sendo, por isso, considerados dentritívoros,ou comedores de detritos. Seu longo trato digestivo aproveita material nutritivo que outras espécies não conseguem. As escamas são ásperas e a coloração é prateada escura. A altura do corpo e o comprimento variam de acordo com a espécie. Em algumas espécies os machos podem pesar mais de cinco quilos e atingir 58 cm, e as fêmeas 70 cm e pesar 5,5 quilos, às vezes mais de 6 quilos Outras espécies apresentam apenas centenas de gramas.
Hábitos: Os curimbatás realizam, sempre em grandes cardumes, longas migrações reprodutivas (piracema) para desovar em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da prole. Nessa época os machos emitem sons (roncos) que podem ser escutados até fora d'água. Eles vibram uma musculatura especial, e com auxílio da bexiga natatória, produzem um som típico de piracema. Os machos nadam ao lado das fêmeas - que em dado momento expelem seus óvulos. E é no instante em que os óvulos são expelidos que os machos os fecundam com descargas de esperma. Os curimbatás são muito profílicos, podendo uma única fêmea desovar mais de um milhão de óvulos por temporada.
Curiosidades: Devido às inúmeras espécies de peixes e aves predadoras que se alimentam dessa espécie, o curimbatá pode ser considerado a sardinha dos rios brasileiros. As quantidades em que são encontrados em alguns rios, principalmente na época da piracema, impressiona até as pessoas acostumadas com sua presença, tamanha a abundância deles nos rios. O período reprodutivo ocorre na primavera e começo do verão quando geralmente os espécimes estão com grandes reservas de energia (gordos) e não costumam se alimentar. Eles são facilmente observados em corredeiras e obstáculos, quando dão grandes saltos para atingir a cabeceira dos rios.
Onde encontrar: A distribuição natural da espécie é feita pelos rios de todo país: Bacia do Prata, Bacia do São Francisco, Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. Ele foram introduzidos, por meio de peixamento.
Dica para pescá-lo: por se alimentarem basicamente de detritos orgânicos, é comum que estes peixes se aglomerem em áreas com fundos lodosos das partes baixas (terço final) dos grandes rios. A evolução adaptativa conferiu a estas espécies grande capacidade de freqüentar ambientes com baixa quantidade de oxigênio dissolvido, característicos destes fundos de leito onde a água é mais parada.
Nome científico: Prochilodus
Água doce ou salgada: Doce
Família: Prochilodontidae
Características: possui a boca terminal, ou seja, localizada na região anterior da cabeça, em forma de ventosa. Os lábios são grossos e os dentes são numerosos e muito pequenos, dispostos em fileiras podendo se alongar e retrair conforme a situação. As nadadeiras adiposas são bem pequenas, localizadas no dorso, próximo à cauda. Muito rústicos, apresentam hábito alimentar iliófago, o que significa que os curimbatás alimentam-se de pequenos crustáceos e larvas que encontram no lodo do fundo do rio, sendo, por isso, considerados dentritívoros,ou comedores de detritos. Seu longo trato digestivo aproveita material nutritivo que outras espécies não conseguem. As escamas são ásperas e a coloração é prateada escura. A altura do corpo e o comprimento variam de acordo com a espécie. Em algumas espécies os machos podem pesar mais de cinco quilos e atingir 58 cm, e as fêmeas 70 cm e pesar 5,5 quilos, às vezes mais de 6 quilos Outras espécies apresentam apenas centenas de gramas.
Hábitos: Os curimbatás realizam, sempre em grandes cardumes, longas migrações reprodutivas (piracema) para desovar em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da prole. Nessa época os machos emitem sons (roncos) que podem ser escutados até fora d'água. Eles vibram uma musculatura especial, e com auxílio da bexiga natatória, produzem um som típico de piracema. Os machos nadam ao lado das fêmeas - que em dado momento expelem seus óvulos. E é no instante em que os óvulos são expelidos que os machos os fecundam com descargas de esperma. Os curimbatás são muito profílicos, podendo uma única fêmea desovar mais de um milhão de óvulos por temporada.
Curiosidades: Devido às inúmeras espécies de peixes e aves predadoras que se alimentam dessa espécie, o curimbatá pode ser considerado a sardinha dos rios brasileiros. As quantidades em que são encontrados em alguns rios, principalmente na época da piracema, impressiona até as pessoas acostumadas com sua presença, tamanha a abundância deles nos rios. O período reprodutivo ocorre na primavera e começo do verão quando geralmente os espécimes estão com grandes reservas de energia (gordos) e não costumam se alimentar. Eles são facilmente observados em corredeiras e obstáculos, quando dão grandes saltos para atingir a cabeceira dos rios.
Onde encontrar: A distribuição natural da espécie é feita pelos rios de todo país: Bacia do Prata, Bacia do São Francisco, Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. Ele foram introduzidos, por meio de peixamento.
Dica para pescá-lo: por se alimentarem basicamente de detritos orgânicos, é comum que estes peixes se aglomerem em áreas com fundos lodosos das partes baixas (terço final) dos grandes rios. A evolução adaptativa conferiu a estas espécies grande capacidade de freqüentar ambientes com baixa quantidade de oxigênio dissolvido, característicos destes fundos de leito onde a água é mais parada.
Pescaria - pirarucu
O pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe encontrado geralmente na Bacia Amazónica, mais especificamente, nas águas calmas de sua várzea. A família a qual o pirarucu pertence é muito antiga, existindo sem modificações há mais de 100 milhões de anos, fazendo parte dela também o aruaná, um peixe menor.
Habitam águas de lagos e rios, claras, brancas e escuras, levemente alcalinas, com temperatura que variam de 24° a 37°C, ricas em vegetação, ou seja, com baixo teor de oxigénio. Mesmo vivendo em águas pobre em oxigénio, isso não é um problema para o pirarucu, pois ele possui uma bexiga natatória que pode funcionar como um pulmão, permitindo-lhe subir á superfície e respirar directamente o oxigénio do ar.
Por ser um dos maiores peixes que habitam a Amazónia (podendo atingir mais de 2 metros e pesar 130 kg), este animal ganhou o nome de “bacalhau da Amazônia”. Mesmo sendo muito grande, este peixe consegue percorrer longas distâncias em terra firme em época de seca, à procura de água, pois, como já foi dioa anteriormente, este animal possui um equipamento auxiliar de respiração, que lhe permite retirar oxigénio da atmosfera necessário para sua sobre vivência.
O pirarucu é capaz de engolir qualquer coisa: caramujos, tartarugas, cobras, seixos, areia, lodo. Sua dieta é composta basicamente por outros peixes de água doce, de menores dimensões.
Assim que esses peixes formam casais, eles procuram um ambiente calmo e águas pouco profundas para colocar seus ovos, sendo que uma única fêmea pode pôr mais de 10.000 ovos. No entanto, é função do macho cuidar dos ovos e dos filhotes, por aproximadamente seis meses.
Embora sejam animais extremamente resistentes às adversidades do meio ambiente, são muito vulneráveis à ação de pescadores. Os cuidados com o ninho após a desova deixam os machos dessa espécie expostos à captura. Além desse fato, existem os predadores naturais (como por exemplo, a piranha), sendo que durante a longa fase de imaturidade sexual dos filhotes (conhecidos como “bodecos”), torna-se mais fácil sua captura por esses predadores, diminuindo assim, o sucesso reprodutivo desta espécie.
Habitam águas de lagos e rios, claras, brancas e escuras, levemente alcalinas, com temperatura que variam de 24° a 37°C, ricas em vegetação, ou seja, com baixo teor de oxigénio. Mesmo vivendo em águas pobre em oxigénio, isso não é um problema para o pirarucu, pois ele possui uma bexiga natatória que pode funcionar como um pulmão, permitindo-lhe subir á superfície e respirar directamente o oxigénio do ar.
Por ser um dos maiores peixes que habitam a Amazónia (podendo atingir mais de 2 metros e pesar 130 kg), este animal ganhou o nome de “bacalhau da Amazônia”. Mesmo sendo muito grande, este peixe consegue percorrer longas distâncias em terra firme em época de seca, à procura de água, pois, como já foi dioa anteriormente, este animal possui um equipamento auxiliar de respiração, que lhe permite retirar oxigénio da atmosfera necessário para sua sobre vivência.
O pirarucu é capaz de engolir qualquer coisa: caramujos, tartarugas, cobras, seixos, areia, lodo. Sua dieta é composta basicamente por outros peixes de água doce, de menores dimensões.
Assim que esses peixes formam casais, eles procuram um ambiente calmo e águas pouco profundas para colocar seus ovos, sendo que uma única fêmea pode pôr mais de 10.000 ovos. No entanto, é função do macho cuidar dos ovos e dos filhotes, por aproximadamente seis meses.
Embora sejam animais extremamente resistentes às adversidades do meio ambiente, são muito vulneráveis à ação de pescadores. Os cuidados com o ninho após a desova deixam os machos dessa espécie expostos à captura. Além desse fato, existem os predadores naturais (como por exemplo, a piranha), sendo que durante a longa fase de imaturidade sexual dos filhotes (conhecidos como “bodecos”), torna-se mais fácil sua captura por esses predadores, diminuindo assim, o sucesso reprodutivo desta espécie.
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